Você sabe o que você faz para se manter em pé ou em movimento?

Músculos estáticos e músculos dinâmicos

        Você sabe o que você faz para se manter em pé? Você se mantém em pé pela atividade dos seus músculos estáticos. E para se movimentar, você sabe como você faz? Ah, essa é uma atividade dos músculos dinâmicos. E o que isso tem a ver com a psicologia? Você sabe o que você faz para se manter em pé ou em movimento?

        Ah, psicologia e postura tem tudo a ver. Você sabe que os músculos da dinâmica podem ser exercitados com a finalidade de reforça-los? E que os músculos da estática podem ser exercitados em alongamento? Você sabe que os músculos abdominais possuem pouco tônus e podem relaxar por sedentarismo? Hum, você prefere barriguinha “tanquinho” ou “máquina de lavar”? Mas o que isso tem a ver com a psicologia?

 

Da deformação da postura a problemas de articulação

        Ah, psicologia e tônus muscular tem tudo a ver. Admite-se hoje que lesões articulares são devidas a problemas de postura. Também se sabe que os músculos que nos erguem também nos achatam. As posturas deformadas ou indevidas favorecem a aparição de dores musculares (por contratura), ligamentares, discais ou articulares. Mas onde entra a psicologia nisso?

 

Da rigidez muscular a insuficiência respiratória

        Ora, ora, psicologia e dores tem tudo a ver. Com quanto de facilidade você movimenta o seu tórax? Os nossos músculos respiratórios precisam de flexibilidade para se movimentar. Você pratica o alongamento dos seus músculos respiratórios para que eles recuperem seu comprimento, sua flexibilidade e sua força ativa? Um tórax que abaixa livremente pode elevar-se com maior amplitude, aumentando assim as trocas. Mas o que isso tem a ver com a psicologia?

 

Estatica e dinamica - manter-se em pe e em movimentoAntagonismo e complementaridade: equilíbrio das tensões

        Elementar, psicologia e respiração tem tudo a ver. Você sabia que nossos músculos são antagonistas e complementares? Isto é, eles se opõem ou se complementam uns aos outros, segundo as circunstancias? Pois bem, os músculos da estática são os responsáveis por nossa postura, o nosso jeito de ficar em pé, qualquer que seja o estado dos músculos dinâmicos.

 

As cadeias musculares

        Você sabia que nossos músculos, além de se oporem e se complementarem, também são parte de uma cadeia de músculos? Como parte de uma cadeia muscular, qualquer alteração ocorrida num musculo modifica toda a tonicidade da cadeia a qual esse musculo pertence. Portanto, a globalidade da nossa estrutura muscular é uma necessidade básica. Hum, isso já começa a parecer com psicologia.

 

Individualidade, causalidade, globalidade

        Hum, psicologia e necessidade tem tudo a ver. As formas adotadas pelos nossos comportamentos musculares são estritamente pessoais. São devidas as nossas necessidades individuais. Dependem de nosso patrimônio genético, de nossas atividades diárias, de traumatismos e de outros estímulos. Portanto, não há duas colunas vertebrais perfeitamente idênticas. Nós somos seres singulares e patológicos únicos. Ah, isso é a cara da psicologia!

Psicologia de Rebanhos

“O rebanho é os meus pensamentos e os meus pensamentos são todos sensações” (Fernando Pessoa).

Referencias

SOUCHARD, Philippe. RPG: fundamentos da Reeducação Postural Global. São Paulo: E. Realizações, 2003.

Como o que você vive chega no seu cérebro e como você sabe que é você quem vive o que lá chega?

        Você sabe o que é a consciência? Você pode encontrar a seguinte definição nos dicionários – a consciência é a percepção que um organismo tem de si mesmo e do que o cerca. Como o que você vive chega no seu cérebro e como você sabe que é você quem vive o que lá chega?

 

O cérebro e a consciência

        Você sabe como o seu cérebro forma as imagens das coisas que você vivencia? As coisas que você vivencia são muito diversas. Podem ser uma pessoa, um lugar, uma melodia, uma dor de dente, um estado de êxtase. Qualquer imagem em qualquer modalidade sensorial forma um padrão mental.

        Então, o cérebro forma padrões mentais para o que a gente vivencia. E, ao mesmo tempo em que o cérebro forma esses padrões mentais, o cérebro também forma um sentido de que é você quem pratica esse ato de vivenciar as coisas?

        Então, além dessas imagens existe também essa outra presença que significa você, como observador das coisas que você vivencia. O que você pode concluir que você está presente naquilo que você vivencia, pois se não houvesse essa presença, como seus pensamentos lhe pertenceriam?

        A neurobiologia da consciência defronta-se com dois problemas. Como as imagens do que você vivencia são geradas no cérebro e como o cérebro também gera o senso de que existe você que é o proprietário e observador dessas imagens.

 

Como o que você vive chega no seu cérebro e como você sabe que é você quem vive o que lá chega?

        A ciência já descobriu que alguns aspectos dos processos da consciência podem ser relacionados a operação de regiões e sistemas cerebrais específicos. Por exemplo: a consciência e o estado de vigília, assim como a consciência e a atenção básica, utilizam regiões cerebrais distintas.

        Consciência e emoção não são separáveis, pois quando a consciência está comprometida, o mesmo se dá com a emoção. Isso quer dizer, por exemplo, que a sua atenção varia de acordo com o seu estado emocional.

        Os “danados” dos cientistas também já descobriram que a consciência tem mais de um nível de organização. Num primeiro nível, a consciência é estável no decorrer da vida, não é exclusivamente humana e não depende da memória, do raciocínio ou da linguagem.

        Por outro lado, há também um segundo nível de consciência que eles chamam de consciência ampliada. A consciência ampliada é um fenômeno biológico complexo, conta com vários níveis de organização e evolui no decorrer da vida do organismo. Ela depende da memória convencional e da memória operacional. No seu caso e no meu, os humanos, também é intensificada pela linguagem.

         Você sabia que o comprometimento do primeiro nível da consciência destrói todo o edifício da consciência. E que a consciência ampliada não se sustenta separadamente sem aquele primeiro nível da consciência?

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        Você está geneticamente projetado para manter um conjunto reduzido de estados corporais e ativa-los em todos os momentos, sem precisar pensar nisso.

        O seu cérebro contém dentro de si uma espécie de modelo do todo de você, do seu corpo. “O modelo do corpo no cérebro” é uma coleção de mecanismos cerebrais cuja principal tarefa é a gestão automatizada da vida do organismo. Por isso você pode fazer tantas coisas involuntariamente, como, por exemplo, respirar, circular o sangue, salivar, ouvir, fazer xixi, etc.

        Você, o seu corpo, está representado no cérebro, de maneira abundante e variada, e essa representação está vinculada à manutenção do processo da sua vida.

 

Como acontece a consciência?

        Mas quando é que você se torna consciente? Primeiramente, é um conhecimento sem palavras. Você percebe que o seu próprio estado foi alterado por uma vivencia. E então esse conhecimento ocorre juntamente com uma representação do que foi vivido.

        A sua consciência começa como o sentimento do que acontece quando vemos, ouvimos ou tocamos – eu vi um passarinho, estou ouvindo música, gosto quando você me toca. É um sentimento que acompanha a produção de qualquer tipo de imagem.

        A forma mais simples na qual o conhecimento sem palavras emerge mentalmente é o sentimento de conhecer. O sentimento do que acontece quando você está empenhado em processar uma coisa que lhe acontece – isso está me acontecendo.

 

Esconde-esconde

        Você já sabe que muito daquilo que acontece em seu corpo é mantido, por você, de forma involuntária. E agora também já sabe que isso propicia que você priorize perceber as coisas que você vivencia.

        Essas coisas vivenciadas, na mais das vezes, fazem parte do que nos é exterior. Essa ocupação em coisas que não pertencem a você, a seu corpo, parece uma lei de sobrevivência. Porém, essa escolha encobre ou mascara a sua percepção dos estados do seu próprio corpo.

        Talvez, por isso, você perceba as emoções e os sentimentos como algo vago, impreciso e difícil de definir. E valorize tanto a consciência, a ponto de faze-la prevalecer na sua existência.

        Por que conhecer os sentimentos causados pelas emoções parece indispensável para a arte de viver, e por que a arte de viver faz um tremendo sucesso na história da natureza?

Psicologia de Rebanhos

“O rebanho é os meus pensamentos e os meus pensamentos são todos sensações” (Fernando Pessoa).

 Referências

DAMÁSIO, António. O mistério da consciência: do corpo e das emoções ao conhecimento de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

Como escolher um psicólogo para chamar de seu?

        Existem diferentes possibilidades para escolher o profissional mais adequado para você. Você pode recorrer a indicações de médicos, de amigos ou de familiares. Mesmo que a indicação venha de uma pessoa de confiança, o fundamental é que você se sinta à vontade com o seu psicólogo.

        O mais importante na sua relação com o seu psicólogo é que haja sigilo absoluto no que você contar para ele. Os psicólogos estão obrigados pelo seu código de conduta ética a guardar sigilo absoluto de tudo o que os seus clientes lhes contarem ou esteja relacionado com as consultas.

         O psicólogo clínico é um profissional formado em Psicologia e especializado em clínica psicológica. Possui conhecimentos na área do diagnóstico, avaliação e intervenção psicológica. Para exercer a profissão de psicólogo, é necessário que o profissional esteja autorizado pelo Conselho Regional de Psicologia.

Jung e alma humana

        Os medicamentos receitados para os problemas psicológicos são prejudiciais? Os psicólogos não estão autorizados a receitar quaisquer medicamentos. O benefício dos medicamentos é limitado a sua correta prescrição, utilização e acompanhamento.

 

        Os medicamentos não mudam a sua forma de ser e nem a sua personalidade. Nem tornam você mais otimista. Os vários medicamentos existentes não resolvem os problemas psicológicos nem a sua causa, apenas reduzem a manifestação de alguns sintomas. A resolução dos problemas psicológicos diz respeito à psicologia clínica.

        Há diferença se as consultas são com um psicólogo ou com uma psicóloga?

        Esta é uma questão polemica.

        Mas o que importa é levar em conta a competência técnica do psicólogo e a sua empatia com ele. O que se passa é que, devido a sua história de vida, você terá preferência com o fato do psicólogo ser de um determinado sexo, cor, idade, tipo físico, estilo moderno ou selvagem, etc.

        Você imagina que a relação com o psicólogo será desta ou daquela forma, de acordo com a sua necessidade emocional. Isso é que levara você a escolher aquele cara ou aquela cara psicólogo (a) para você chamar de seu.

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O rebanho é os meus pensamentos

E os meus pensamentos são todos sensações.

(Fernando Pessoa)

Você não vê sentido na sua existência?

        Você se sente angustiado e não vê sentido na vida que está levando? Você se sente limitado, aprisionado e acuado? Você sente que essa vida que você está levando não é a vida que você imaginou para você? Você sente que vive a vida dos outros e não a sua própria vida?

        Você vive se lamentando muito por ter nascido nesta época de dificuldades? Não parece uma época muito inspiradora, mesmo. Você sente uma sensação de perda, pessimismo e desencanto com o presente?

        Sim, é verdade. Você tem uma mente que deixa você desanimado. Você se sente tão desanimado, mas tão desanimado que nem tem forças para o suicídio.  Que tal se você experimentasse viver sentimentos humanos e necessários, tais como a angústia, a desilusão, a tristeza, a perda e o cansaço? Somente para sair um pouco dessa sua rotina desanimada!?

Voce nao ve sentido na sua existencia

        Você está sempre se desculpando e culpando os outros, o sistema, os seus pais, a vida, tudo? O que é isso que você faz com você? Você sabe qual é o jeito certo de fazer as coisas? Você diz que faz tudo errado, mas que esse não é o seu jeito de fazer as coisas.

        Você sente muita inveja daqueles que fazem o que querem?

        Bem, é você quem acredita nisso – que eles fazem o que querem. Será que os outros fazem mesmo aquilo que querem? Você é aquele que sempre faz o que os outros querem? E você é somente aquele que queria apenas poder querer aquilo que faz!

        Se você quer ser médico (a), professor (a), padeiro (a), um “bom” (a) filho (a), corrupto (a), etc., você precisa fazer alguma coisa a respeito disso. Se você quer ter um projeto de vida e valores, você precisa fazer alguma coisa a respeito disso?

        No entanto, você se sente tão desanimado. Você se sente tão perdido. Você se sente cansado. Você se sente muito cansado.

Psicologia de Rebanhos

O rebanho é os meus pensamentos

E os meus pensamentos são todos sensações.

(Fernando Pessoa)

Todo o mundo precisa de psicoterapia?

        Do que você precisa para viver? Será que você incluiria a psicoterapia como algo imprescindível para a sua sobrevivência? Você se olha e se vê como qualquer outro bicho-animal? Sendo um bicho-animal, você só precisa, para viver, de respirar, de comer e de alguém que cuide de você, até que você adquira comportamentos que o capacitem a cuidar de si.

        Quando você se olha e se vê como bicho-homem, a coisa fica mais complexa, as suas necessidades tornam-se ilimitadas.

        Dentre algumas necessidades básicas descobertas pelo bicho-homem, destaco três perguntas que alguns desses bichos fazem: quem sou eu, de onde eu vim e para onde eu vou?

        Esses são os bichos que precisam de psicoterapia, os perguntadores, os inquietos, os curiosos, os cientistas, os adeptos de religiões. E os insatisfeitos com as suas próprias respostas e as respostas dos outros para as suas questões.

        Tem, também, aqueles bichos que são levados para a psicoterapia por alguém, por engano ou por ocasião, pois não tem a menor ideia do que está se passando com eles.

        São aqueles bichos com dificuldades de aprendizagem, com dificuldades de concentração, com dificuldades de relacionamentos, com dificuldades de lidar com as dificuldades dos outros, enfim, em dificuldades.

        Há aqueles outros bichos com indefinições profissionais, vítimas de abusos sexuais dentro da própria família e fora dela, vítimas do alcoolismo, com falta de foco, com falta de projetos de vida, com falta de amor, com falta.

Homem crocodilo

Mas também tem aqueles bichos que procuram a psicoterapia por vontade própria.

 

        Aqueles que querem entender os amores desfeitos ou que estão por se desfazer ou como fazer um. Aqueles que ainda querem entender os complicados relacionamentos com os pais ou com os filhos. Aqueles que tem sentimentos de rejeição e blá blá blá.

        Ah! Tem também aqueles bichos desenganados pela medicina. Parênteses – o médico desengana porque não tem um remédio para receitar, um procedimento novo para fazer ou uma cirurgia para indicar – Fecha parênteses. Então, eles são orientados para procurar a psicoterapia porque os motivos das suas queixas são de “fundo emocional”.

Os “amigos-bichos” dos bichos desse grupo, os bem adaptados a vida, diriam que é “frescura” deles, os bichos.

        E mais alguns tantos outros bichos precisam de psicoterapia por motivos impensáveis como a asma, gagueira, hipertensão, dores no corpo, insônia, depressão, irritabilidade e outros incômodos crônicos menos famosos.

        Os bichos buscam a psicoterapia ou são levados até ela? Algo parece comum, muitos bichos buscam a psicoterapia para encontrar respostas para a sua vida. E, por incrível que pareça, não é que eles encontram! Os bichos encontram uma pessoa em si mesmos. Alguém que sempre esteve ali com eles e eles ainda não tinham percebido.

 

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O rebanho é os meus pensamentos

E os meus pensamentos são todos sensações.

(Fernando Pessoa)

 

        A Psicoterapia é indicada para aquele que deseja mudar um comportamento, um sentimento, um pensamento. É claro que é possível proceder a essa mudança sozinho. Basta saber como proceder. A Psicologia acredita que estar acompanhado numa mudança de um jeito de ser é mais indicado do que fazer sozinho.

        É que o nosso jeito de ser se produz na relação com o outro. E, portanto, o que se pretende mudar é a forma com que nos relacionamos com o outro. Essa relação com o outro, além do comportamento explicito da interação com alguém, também se refere ao jeito como nos relacionamos conosco. Também se refere ao relacionar-se consigo mesmo.

        Esse é um dos grandes desafios da psicoterapia: compreender como se relaciona consigo mesmo. Por isso a necessidade de acompanhamento por outra pessoa.

Como posso ajudar?

Diversas terapias ressaltam:

        . O crescimento pessoal – como se você estivesse na vida para evoluir, que nem passistas num desfile de escola de samba;

        . A sensibilização – você precisa colocar para fora os seus sentimentos e as suas emoções – como se você fosse uma pessoa iradamente descontrolada, sem noção de que a vida não é um palco iluminado;

        . O encontro – o encontro consigo mesmo e com os outros, o tal do contato consigo mesmo, a tomada de consciência dos seus sentimentos e blá, blá, blá. Vai um “baseado” aí, amizade?

 

Algumas terapias transformam a vida das pessoas:

        . Com novas expectativas – a partir de agora você será uma pessoa diferente;

        . Com regras – se você fizer de tal maneira obterá tal resultado;

        . Com palavras de ordens – ame-se, seja feliz, relaxe.

        Essas terapias afastam você das suas próprias experiências. Dizem para que você seja uma pessoa aberta, amorosa e alegre. Assim você não presta a atenção no seu próprio processo, nos seus desejos e nas suas necessidades.

        Outras terapias constroem uma história da sua vida através da interpretação de tudo que você faz: você se atrasa para a sessão e o terapeuta quer saber o significado do seu atraso e não aceita a sua explicação por conta do transito caótico. Ele traduz a sua experiência para o sistema de crenças dele.

        Se o terapeuta tem intenção ou meta de não ser o que ele é, isso afeta a relação com você. Qualquer tentativa de modifica-lo, é uma afirmação de sua não-aceitação, tal como você é. A única meta do terapeuta é ressaltar a sua experiência de modo que você possa ser visto por você mesmo, razão de ser do processo terapêutico.

        Mas admita, a tentação para ser um ajudante capaz, eficaz e eficiente é imensa! É que você está convencido de que é incapaz ou impotente de resolver as suas dificuldades por si mesmo, pois você acha que precisa de uma força de vontade, de uma pílula, de uma cirurgia ou de uma magia que o modifique.

 

Psicologia de Rebanhos

O rebanho é os meus pensamentos

E os meus pensamentos são todos sensações.

(Fernando Pessoa)

 

        Você é o único responsável pela sua vida. Ajudar não é fazer por alguém. A ajuda é para o ajudado e não para quem ajuda. Oferecer ajuda é diferente de fazer por alguém. Aquele que quer, pede ou precisa de ajuda é quem orienta onde, o que, quanto ou como ser ajudado. Por mais empático que o ajudador possa ser, ele nunca sentira o que sente o ajudado.

        As nossas sensações são singulares e intransferíveis, são as nossas sensações. As suas sensações são somente as suas sensações, de mais ninguém. É assim que a Psicologia de Rebanhos propõe ajudar. Ajuda para você vivenciar as suas próprias sensações.

Vídeo

POSSO AJUDAR? – Duração: 3:04